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Carta aberta ao elenco tricolor

dezembro 1, 2009

É, moçada, não deu. Pela primeira vez em 5 anos, nossa sala de trófeus não vai ficar menor. Fato que é um tanto difícil de aceitar, convenhamos, ainda mais depois do curso que o campeonato tomou ao nosso favor, quando tudo já parecia perdido. Trilhamos a maior parte do percurso sempre no vácuo dos líderes, tropeçando quando não podíamos, deixando de somar pontos dados como ganhos. Mas, mesmo assim, o destino nos colocou na primeira posição a poucas rodadas do fim. Era a História se repetindo, tal qual a campanha do ano passado. Fizemos até camiseta comemorativa antes da hora. Revivemos um personagem de filme de terror, vestimos máscaras, fomos ao estádio, anunciamos em alto e bom som que o campeão havia retornado. Mas, no fim, não retornou. Tudo não passou de uma doce e passageira ilusão.

Rogério, meu caro Rogério, defensor de nossa meta há mais de 12 anos. Sei que tu é um psdbista de coração, o que é um defeito do tamanho de tuas entradas, mas por todas tuas bolas espalmadas, especialmente aquela do Gerrard, me obrigo a ser  grato a ti. Cheguei a gastar quase 200 reais da minha mãe pra comprar uma camisa tua, mas que já deixei de usar faz muito, desde aquela tua declaração de que votaria no Alckimin porque achava que “era hora de mudança”. É, capitão, daí não deu mais, o posto de ídolo voltou a ser só do Raí. Teu campeonato foi bom, não comprometeu, atuou bem em partidas importantes, a única coisa que precisava definitivamente melhorar é o teu jeito de sair do gol pra encarar um atacante no mano-a-mano. Mas à essa altura do campeonato, imagino que você já não tenha mais ouvidos para essa crítica…

Renato Silva, juro que gostei de você no começo. Apesar de aparentemente limitado, achei que daria liga no bem sucedida zaga que o São Paulo tem ostentado em tempos recentes. Mas foi só uma mera impressão. Suas últimas partidas, justamente quando o time mais precisava, foram horríveis. Seu destino, infelizmente, deverá ser novamente o Botafogo,  pra jogar ao lado do Juninho, outro que não deixou saudades.

Rodrigo, você viveu machucado esse ano. Acho que mal dá pra fazer uma avaliação mais embasada de teu desempenho. A única coisa que sei é que você é melhor que o cara de quem acabei de falar aí em cima. As férias vão chegar agora, você pega, descansa, se prepara bem na pré-temporada, e logo no paulista, você reassume a a titularidade de vez. Combinado?

Miranda e André Dias, você são bons, mas são ruins também, às vezes. Nesse par de anos que têm jogado juntos, sempre demonstraram muita segurança e estabilidade, preservando o status de boa defesa que sustentamos desde 2004, quando Lugano e Fabão iniciaram uma nova era. Não é à toa que vocês chegaram a ser convocados pelo Dunga, sendo que você, Miranda, corre sério risco de ir à Copa. Não sei o que lhes passa, porém, em alguns lances. Cansei de vê-los tentando, de forma precipitada, roubar a bola do atacante pra em seguida tomar um drible óbvio. Cansei de ver entradas violentas totalmente desnecessárias, que rendiam cartões amarelos e, em alguns acasos, vermelhos (principalmente você, André Dias). Cansei de vê-los abrirem mão de acompanhar um atacante, que posteriomente estava concluindo livremente para as redes (aquele gol do Paulo Bayer na Arena da Baixada…). O que acontece nesses momentos? É o cansaço que impede a razão? É a preguiça de controlar os instintos?

Junior César, houve um momento em que achei que você seria um novo Jadílson – aquele lateral esquerdo contratado do Goiás como super ofensivo, mas que quando vestiu o manto tricolor não virou em nada. Mas não, você não o foi. Tampouco honrou as grandes expectativas criadas em cima da sua pessoa, pelo menos as que eu criei. Você até que tem uma certa noção de apoio, mas, assim como boa parte do elenco,  sofre muito com momentos de cabeça de bagre. É um drible fácil do atacante lá atrás, é o cruzamento torto na linha de fundo, é o passe/corte/chute errado na hora agá. Basta só ter um pouco mais de atenção, acredite, não é tão difícil. Tente assistir mais aos jogos do Barcelona, com o tempo você pega o espírito. Como não vejo muita oferta de laterais esquerdos por aí, voto pela sua permanência.

Arouca, eu gosto de você. Digo, como jogador de São Paulo. Acho que o seu lugar é mesmo atuando de volante. Jogar na ala-direita, só em caso de suspensão/contusão do próximo ala-direita que contrataremos ano que vem, se deus e Juvenal quiserem. Continue demonstrando a raça de sempre.

Jean, eu também gosto de você, apesar de cagar no pau de vez em quando. És um volante ainda jovem, porém talentoso, que gosta de dar suas investidas no ataque, fato raro entre os volantes por aí. Só, por favor, APRENDA a chutar que nem gente. Tire 20 minutos todos os dias após o coletivo pra ficar treinando arremates, de preferência com a bola em movimento. Você fez alguns golzinhos neste campeonato,  é verdade, mas também perdeu outros que não poderia perder. Lembra do lance que você chutou que nem uma velha contra o Corinthians? Pois é, tenho que confessar que xinguei sua mãe ali. Portanto, vá treinar finalizações! Agora!

Zé Luís. Você é um quebra-galho da defesa, nada mais que isso. Por mim, pode ficar, desde que seja na reserva e que seu salário não ultrapasse 20 mil reais. Ok, 30 mil está de bom tamanho.

Richarlysson. Ou seria Richarlisson? Ou Rycharlison? Ah, dane-se, vou te chamar igual o Muricy, de Ricky.  Ricky, meu caro Ricky, o que dizer sobre você? Quase que só coisas ruins, infelizmente. Ao lado do Rogério, acho que você é o único tri-campeão brasileiro no elenco, né? Bem, isso só confirma a tese de que o futebol está cheio de pernas de pau sortudos. Porque, se não houvesse o elemento sorte, você jamais chegaria ao Morumbi. Você é jogador pra um Rio Claro Futebol Clube e olhe lá. Acontece que em 2005, quando ainda portava aquelas trancinhas de Oséas paraguaio, fizestes um par de boas partidas pelo Santo André, que à época jogava a Libertadores. Logo, São Paulo e Palmeiras estavam se estapeando pelo seu passe, e você, por um detalhe, acabou parando do lado de cá do muro. Lembro-me muito bem que sua posição pela qual fora contratado era a de meia-atacante. Mas, obviamente, tua mediocridade te impediu de atuar nessa faixa nobre do campo, e hoje você faz às vezes de zagueiro, volante, lateral-esquerdo e sei lá mais o que. Devíamos ter te vendido pra Ucrânia, Rússia, Uzbequistão, ou algum outro desses mercados europeus paralelos, quando o Dunga fez o teatro de te convocar.  Seu passe se valorizou ali e perdemos a oportunidade. Como pode ver, sequer detalhei seu desempenho dentro de campo, porque isso seria como, sei lá, descrever um livro do Paulo do Coelho: todo mundo já sabe que é uma merda. A única fase pela qual você viveu momentos de inspiração foi durante a pseudo-arrancada de 7 vitórias seguidas que demos nesse campeonato. Mas aí você se contundiu, ficou três semanas fora, e, quando voltou, lá estava o ruim e velho Ricky de sempre. Acho que a coisa mais positiva de sua passagem pelo São Paulo até agora foi ter revelado o monte de babacas homofóbicos que te rechaçam por causa da tua sexualidade. Só isso. Com sorte, você estará no Kashima Antlers no ano que vem.

Jorge Vágner, sempre te achei um jogador nota 7. Nas vezes que você joga bem, guarda uma cobrança de falta, dá um cruzamento pro gol, é nota 8 ou até 9. Nas vezes que você joga mal, some do jogo, bate escanteios diretamente pra arquibancada, nota 6, 5. Acho que você nunca deve ter tirado nota 7 em uma única partida . Só o é apenas na média ponderada. Mesmo assim, seu futebol está ficando velho. Já não é mais tão confiável como noutros tempos. O São Paulo urge por um novo meia-esquerda, creio eu.

Hernanes, o craque do time. Sinceramente, sabe o que eu acho? Que você será uma eterna promessa. Não me entenda mal, você é um grande jogador, diferenciado da maioria dos que povoam esta terra de Vera Cruz. Mas quem vê uma partida sua, batendo na bola com igual qualidade tanto com a esquerda quanto com a direita, qual um ambidestro puro sangue, pensa: “Porra, taí o novo Zidane!”.  Só que você nunca explode. Jamais pudemos confiar em você como alguém que pudesse desequilibrar uma partida, à exemplo de Messi no Barcelona ou de Cristiano Ronaldo no Manchester United. Tá, pra não viajar tanto e ficar com um modelo nacional, você nunca foi como um Alex nos tempos de Cruzeiro. E era isso que sempre esperavámos de você esses anos todos. Espero que em 2010 seja diferente (mas daí você vai pra Europa mesmo).

Hugo, você já disse que não vai ficar, que quer ir pra Europa. Bom, boa sorte pro seu empresário. Avisa ele que na Eslovênia faz muito frio, que é bom ele levar casacos quentes na hora de se encontrar com os dirigentes do clube interessado no teu futebol. Tenho que admitir, na reta final do campeonato do passado, você jogou deveras bem. Foi decisivo, conseguiu atingir o ápice da sua capacidade de jogador. Mas acho que você  nesse ano, assim como o Borges, não soube lidar com a reserva. Descontando a partida contra o Náutico e Sport, todas as outras (que eu assisti) você foi apático. Parecia que estava com o botão do foda-se ligado. Uma pena, pois seu contrato não será renovado e sua carreira a partir de agora entrará em decadência. Bye bye.

Marlos. Vou poupar palavras que já estou cansado: adeus.

Agora, Washington, Borges e Dagoberto. Num último esforço nessa noite que já avança madrugada adentro, vou falar um pouco sobre o trio de atacantes tricolor. A começar pela capital dos Estados Unidos (ha-ha-ha). Caro Coração Valente, durante esse ano, você sempre demonstrou muita garra e vontade, não há dúvidas. Mas o fato é que aquele fatídico gol aos 47 e 50 do segundo tempo, que nos eliminou da Libertadores do ano passado, quando você ainda jogava pelo Fluminense, nunca me permitiu vibrar com sua performance com a camisa tricolor.  E acho que esse também é o sentimento do resto da torcida. Ademais, mesmo com todos os gols que fez nesse ano (mais de 20 né?), você ainda não é o nosso atacante ideal. Você é tipo um Danilo, que tinha suas partidas boas, mas que nos fazia passar muita, muita raiva com sua grosseria. E ainda com um salário de 220 mil ao mês, não vejo muito futuro pra você no Morumbi. Pode pegar  as malas e vazar, que já chamamos o seu táxi pras Laranjeiras.

Já você, Dagoberto, é a contratação mais brochante dos últimos 7 anos do São Paulo, desde quando roubamos o Ricardinho do Corinthians.  Puta auê que a diretoria armou pra te trazer, aquele dirigente doido do Atlético-PR não queria te liberar de jeito nenhum, você fez greve e tudo mais, e no fim, desembolsamos 4 milhões pelo teu passe. Tudo pra contratar um atacante que não sabe chutar. Você me faz lembrar o Sandro Hiroshi, aquele japônes que parecia ser destro com dois pés esquerdos e só servia pra puxar marcação. Tá certo que você não é tão ruim assim, mas está longe, bem longe de honrar a camisa número 25 que já foi de… Catê? Tomara que o Fernandinho te deixe no banco de reservas no ano que vem, piá.

E, finalmente, BORGES! O grande responsável pelo título brasileiro de 2008! Sempre fui teu fã, Borges. Acho que você tem uma capacidade de decisão fora do comum, como demonstrada naquele gol em plena La Bombonera, frente o Boca, providencial para o jogo da volta, quando passamos adiante com o placar 1 a 0. Apesar de termos sido eliminados logo em seguida, tenho aqueles dois jogos como inesquecíveis pra mim. Achei pura besteira quando contrataram o Washington pra posição de centroavante, já que pra mim você era o titular absoluto. Só que, infelizmente, você não soube lidar com a concorrência. Se comportou como um adolescente contrariado durante o tempo que esquentou o banco de reservas. Nos jogos que entrava, queria resolver tudo sozinho, mesmo que um companheiro estivesse em melhores condições. Brigou nos treinos, brigou no campo, e agora vai terminando o seu ciclo no tricolor de maneira melancólica. Se antes torcia pela sua manutenção no elenco, hoje, diante dessa sua postura de garoto mimado, não torço mais. Mas ainda assim, lhe sou extremamente grato por todos os momentos bons que passamos juntos. Obrigado.

Por último, quero destinar um pouco dessa missiva ao “professor” Ricardo Gomes. Não tenho muitos comentários para tecer sobre vossa pessoa. Você chegou de surpresa, como uma espécie de incógnita e fez um bom trabalho. Não vi interferência sua que pudesse ter causado esse debacle tricolor das últimas rodadas. A minha única demanda que lhe faço para o próximo ano é a seguinte: se o Richarlyson ficar, não o escale mais. Por favor. Grato.

E que no ano que vem, eliminemos o Corinthians e o Palmeiras na semifinal e final da Libertadores. Com gols do futuro melhor mundo, Oscar.

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O mau presságio de Marcos

novembro 20, 2009

Confesso que senti pena em ver o que está acontecendo com o Palmeiras.

Pena em ver um dos maiores clubes do Brasil, que liderou a maior parte de um torneio que não conquista há 15 anos, praticamente se esfarelar na reta final.

A equipe fazia boa campanha, as expectativas eram boas. Seu recém eleito presidente foi na contramão da maioria dos outros cartolas e tomou medidas inéditas para os dias de hoje. Contratou o técnico mais vencedor da história dos pontos corridos, segurou seus melhores jogadores frente o forte assédio europeu e ainda trouxe uma estrela do ataque de volta da Rússia. Tudo isso com o time ocupando o topo tabela. O título haveria de vir, não poderia dar errado.

Mas acabou que deu. Vágner Love, mesmo com um ou outro golzinho importante, nunca rendeu o que se esperava. Se seu objetivo ao voltar ao Brasil era o de retornar à seleção, é melhor esperar sentado, pra não cansar. Jogos chaves e outros fáceis como os fora de casa contra o Fluminense, Náutico, Santo André, e os no Parque Antártica contra Flamengo, Avaí e Sport foram perdidos ou não ganhos – resultados impensáveis pra quem almeja ser campeão. Lesões se espalharam no elenco feito praga de reza brava, tirando de uma parte importante do campeonato doisjogadores fundamentais, Cleyton Xavier e Pierre.

E teve ainda o Simon, o pior árbitro do Brasil.

Pra completar, Obina e Maurício protagonizaram na última quarta o desfecho perfeito para o enredo de tragédia grega que está sendo o fim de ano palmeirense. Um golpe de direita seguido por um cruzado de esquerda. O duelo de round único entre os dois terminou com um par de cartões vermelhos, uma equipe com 9 jogadores, mais uma derrota fora de casa, e, o mais significativo, terminou com as chances alviverdes no campeonato brasileiro.

Sobrou pro goleiro Marcos, pentacampeão mundial com a seleção, o papel de relações públicas palestrino em momento de crise. Finda a partida no Olímpico, o número 1 ficou por mais cerca de 15 minutos no campo falando – e desabafando – aos repórteres ávidos por declarações com potenciais de manchetes.

Mas Marcos, como já é de costume, mandou bem. Num ramo em que o entrevistado normalmente é uma máquina de reproduzir clichês, suas respostas expressaram a sobriedade requerida de momentos críticos, sem, contudo, serem evasivas.

Foi uma das entrevistas mais sinceras e tocantes que já vi de um jogador de futebol.

Marcos, obviamente, lamentou as expulsões decorrente da briga entre seus companheiros, que selou a derrocada palmeirense naquela noite. Mas isentou aquele episódio como o responsável pela perda do campeonato – apesar de ter sido sua pá de cal -, acusando a vertiginosa queda de desempenho do time nos últimos jogos como a causa principal.

O que mais me tocou, entretanto, em meio àquele discurso resignado, foi o de constatar o quanto aquele goleiro extremamente boa praça estava triste por saber que não será mais campeão brasileiro, mesmo tendo chegado tão, tão perto. Quando o São Paulo perdeu pro Atlético Mineiro em casa, 5 rodadas atrás, até um grande otimista como eu já dava como certo o título palmeirense no início de dezembro. Bastava o Palmeiras não fazer nenhuma grande cagada.

A sorte mudou, o São Paulo hoje é líder, e Marcos, já no crepúsculo de sua carreira profissional, com 36 anos de idade, sabe que 2009 foi provavelmente uma de suas últimas chances, se não a última, de ganhar o título nacional.  E ouvi-lo dizer isso, exatamente isso, em um tom de tristeza só não mais profundo que o das entrevistas de Cuca, me fez transgredir as barreiras da rivalidade futebolística, que faz com que desejemos o mau agouro para o rival até num torneio dente-de-leite. Aquelas palavras todas me fizeram lamentar profundamente por tudo o que Palmeiras está passando.

Talvez seja essa dualidade da glória dos vencedores e da tragédia dos perdedores que torna os esportes de competição uma coisa tão fascinante, como é o caso do futebol. O grande problema, entretanto, quais outras facetas dessa nossa vida mundana, é quando a grande roda viva futebolística escolhe por punir gente que não merece, como esse personagem tão querido e estimado que é o goleiro do Palmeiras.

Mas, fazer o quê, o futebol é assim mesmo.

Pichou, caiu.

julho 14, 2009
Muro do CT do Sao Paulo pichao

Quem é o burro?

Muro de CT amanhecer pichado é um prelúdio tão certeiro quanto o vento que antecede a chuva: cedo ou tarde, em 100% dos casos, o que transcorre é a demissão do técnico.

Nos últimos tempos, acostumei-me a ver semelhante arte nos muros de outros. Em especial, no do Corinthians, clube cujos técnicos tivemos o desprazer de desferir o tiro fatal da demissão um bom par de vezes. Mas depois de quase 3 anos e meio com o barco tocado nas mãos de um mesmo capitão, gozando de uma rara tranqüilidade, só importunada uma ou outra vez por algum mau resultado, eis que chegou a vez dos muros do CT tricolor amanhecer com dizeres que não lhe pertenciam. Não tardou muito e Muricy era mandado embora.

Hoje, li de manhã que a última vítima dos artistas do spray foi o muro do CT Rei Pelé, em Santos. A maldição já estava liberta, era só uma questão de tempo, pensei. Só não imaginava que seria tão rápido: à tarde, Vagner Mancini já estava desempregado.

Qual o próximo muro a ser pichado? Tenho uma vaga sensação de que será o do CT do Inter. Do Fluminense, nem precisou, até onde saiba. E os corinthianos, que até outro dia viviam com funcionários pintando muro, hoje se esbaldam na mais profunda calmaria, aquela que procede a tempestade.

Até a eliminação da Libertadores 2010.