Considerações rasas

  • Ver a treta Globo x Record, ao mesmo tempo que no congresso Renan Calheiros e Tasso Jereissati se estapeam com palavras, me faz pensar que não é só a esquerda que é chegada numa briguinha entre si: a direita também seus dias. Bem poucos e menos significativos, é verdade.
  • É incrível como o PIG (Partido da Imprensa Golpista) caminha a passos largos para se consolidar como PIG. Que bizarrice é essa história da tal de Lina? Pura especulação barata, de quase nenhuma relevância. Mas que domina dias a fio as capas de jornais e chamadas de telenoticiários. Tudo pra desestabilizar a candidatura da Dilma. Depois que viram que a cobertura do câncer foi um tiro no pé (ela cresceu nas pesquisas) trataram de não tocar mais no assunto. Grande PIG!
  • E o Sarney? Descobriram quem é o coronel maranhense em pleno ano de 2009.  Com no mínimo 40 anos de atraso. Só agora o Sarney é o traficante de influências, o nepotista e mentor de maracutaias, né? E quando ele foi presidente do senado sob a benção do FHC, era um santo? Nem preciso explicar sobre o que penso do referido, mas uma coisa estou certa: se for pra ele sair só pra golpear o Governo Lula, que não saia. Se ele sair, tem que sair todo mundo que deu passagem aérea pra titia, pro sobrinho, pro primo, pra Adriana Galisteu…
  • E o Lulão? Outro dia vi ABC da Greve, do Léon Hirszman.  Deu pra constatar o que todo mundo já falava: o cara já era conciliador desde a década de 70, além também de ser um messias das massas. Clássica a cena que mostrava os trabalhadores se preparando pra mais uma assembléia. Diversos deles declaravam ao câmera que a greve era inevitável diante da última proposta dos patrões. Eis quem minutos mais tarde, Lula assume o microfone, e solta: “Quero dizer que se hoje tirarmos uma greve, será uma derrota para a classe trabalhadora”. Um silêncio sepulcral toma a multidão, que, depois da surpresa daquela inesperada posição de seu líder, vota com Luís Inácio, obviamente.
  • Livros que me prometi leituras: Mulher de um homem só (romance de um blogueiro aí), Raizes do Brasil, Donos do Poder. E agora, por algumas e outras, pilhei em ler Gramsci. É muito livro, pra pouco tempo e muita enrolação.
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